O orçamento estava no áudio.
O mestre perguntou o preço do piso. O vendedor respondeu no carro. Aparelho na assistência. Cliente fechou com o concorrente às 11h.
Risco operacional · WhatsApp da empresa
Troca o celular, cai o WhatsApp, sai o vendedor — e o histórico some com ele. O cliente volta amanhã. Você não lembra o preço, a foto, nem o combinado.
Não é teoria. É a terça-feira da empresa que fatura pelo WhatsApp e guarda o ouro no celular errado.
O mestre perguntou o preço do piso. O vendedor respondeu no carro. Aparelho na assistência. Cliente fechou com o concorrente às 11h.
Horário marcado, exame anexado, paciente no WhatsApp da recepcionista. Ela tirou férias. A caixa ficou no iCloud dela.
Comprovante na conversa do comercial. Boleto na do financeiro. Três pessoas no grupo da família da empresa caçando print.
Mandou. No número antigo. Vocês trocaram o chip e agora estão discutindo um serviço que já estava combinado.
O Zzap recebe o WhatsApp da empresa, guarda no seu servidor e deixa a equipe atender no mesmo fio — como se o celular nunca tivesse existido.
Áudio, foto, documento e texto ficam no histórico da empresa. Quem entra no plantão lê o meio da conversa, não o vazio.
Comercial, financeiro, suporte. Cada linha WhatsApp no mesmo painel. Sem passar o aparelho pela sala.
Roda no servidor de vocês. Sem vender lead. Sem a conversa virar treino de modelo de terceiros.
Backup no iCloud de fulano. QR no notebook da recepção. Planilha “clientes quentes”. A empresa inteira refém de um aparelho que pode cair na pia.
Uma URL. Um login. Conversas da empresa. Você cria a conta agora, conecta o WhatsApp com QR e a equipe para de caçar print.
Leva menos tempo do que restaurar um WhatsApp. Sem plano, sem cartão — por enquanto só o uso.
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